UMA RAZÃO PARA DEFENDER A CLASSE MÉDIA
Tradição? Falta. Família? Foda-se. Propriedade? Obviamente, não, pois os ricos têm bem mais. Vamos aos arquétipos. O pai conservadorzinho e preconceituoso, malufista. Chato de galocha, no máximo companhia razoável para jogo de futebol (desde que torça para nosso time). A mãe, falsa religiosa, é agradável quando prepara macarronada. O rapaz - quando é nosso amigo - pode ser boa-praça, mas quase sempre tem idéias meio atrasadas.
Só coisa ruim, né? Não! AS GAROTAS, CARALHO!
Melhores peitos e bundas da paróquia, amigos. Disparadamente, os melhores boquetes de todo o planeta encontram-se na classe média. Vejam, por exemplo, o vídeo da Paris Hilton. Ela trepa com tal desfaçatez que mais parece um convite à impotência. As grã-finas, infelizmente, não sabem meter. Algumas são bonitas, mas incompetentes na arte fodelãntica.
E o mesmo vale para as militantes que renegam a classe média, embora dela façam parte. É tanta lavagem cerebral ideológica que fazem questão de errar o boquete, sentam de qualquer jeito e ainda são contra o sexo anal por razões políticas (!!!).
Não quero dizer aqui - longe de mim! - que garotas pobres sejam ruins de cama. Claro que não! Apenas sigo a máxima aristotélica da virtude do meio-termo, e sexualmente a classe média parece ter encontrado esse auge.
Atrizes pornôs são bom exemplo. Todos morremos de tesão por elas, e todas elas são de classe média. Há categorias específicas, inclusive, para representar a “garota normal” (em inglês “girl next door”). Sunny Lane (foto) figura numa dessas:

É isso, macarronada da sogra, futebol com o velho malufista… O que mais você quer da vida? A militante com sovaco peludo que não topa dar o cu e faz boquete raspando o dente? Falô, viu?