January 1, 2010   20 notes

COMPROMISSO SOCIAL X LEITINHO DAS CRIANÇAS

A classe média que odeia classe média possui um compromisso social cravado em sua própria existência. Na verdade, sejamos todos aqui bem honestos, eles apenas alegam isso, já que quase nunca lavam a própria louça, separam o próprio lixo ou fazem o mínimo do mínimo. Mas, enfim, gostam de dizer que são comprometidos COM A CAUSA.

E assim, quando podem, metem o pau em tudo que está ERRADO com o mundo e o universo. Aquecimento global? Declaração preconceituosa? Enchentes? Lucros corporativos exorbitantes? Escândalos sexuais? Nada escapa da patrulha comprometida com “o social”. Nem mesmo uma roupa cafona, quando se trata de algum inimigo público.

EXCETO - sim, há exceções - quando a mancada é cometida por alguém da mesma empresa. Porque, é claro, os paladinos “do social” trabalham - quer dizer, recebem a contraprestação financeira referente ao que DEVERIAM fazer em termos laborais. E, para não perder a colher-de-chá, um dos cuidados essenciais é não falar mal de colegas e, sobretudo, patrões.

Vejam, por exemplo, o caso recente de Boris Casoy. Ele ofendeu gratuita e frontalmente os garis. Jornalistas, repórteres e redatores ligados à BAND, todos eles diariamente comprometidos com a JUSTIÇA SOCIAL, não falarão nada. Ou - o que não é raro - talvez até o defenderão. Porque precisam cuidar do emprego. É compreensível. A “causa” é importante, de fato, mas e o leitinho das crianças?

Em alguns casos, nem podemos acusá-los de mercenários. Defendem esses trastes até por amizade. Aquele receio brasileirinho de “pegar mal” na hipótese de emitir uma opinião contrária, transformado em suposta coragem de divulgar exatamente opinião favorável a quem obviamente agiu de forma bizarra. Não, isso não é coragem: é covardia. Para uso externo, dá-se a impressão de independência ideológica, mas no fundo é medo de não perder o amigo. Ou o salariozinho.

No dia seguinte, em blog ou Twitter, reclamam novamente de corporações, políticos e tantos inimigos da sociedade, causadores de todo o mal do mundo. Falam também da classe média, que sempre pensa em si própria antes de pensar “NO SOCIAL”.

Ah, sim. Não há leitinho de criança, e raramente há criança (fora uns filhinhos feios amaldiçoados pela genética). A grana é pra Bohemia (cerveja de classe média que odeia classe média) e pra comprar ingresso pra show (quando não conseguem de graça na base do “orra, bicho, sô imprensa”).

Isso é uma vergonha?

December 23, 2009   10 notes

A HISTÓRIA DO MENINO SEAN, NA VISÃO DA CLASSE MÉDIA QUE ODEIA CLASSE MÉDIA

A classe média que odeia classe média não gostou do fato de que Sean voltará a morar com o pai. Toda a lógica está em favor da decisão tomada: o pai detém esse direito, não os avós ou o padrasto, ele nasceu no país para onde vai. E assim por diante. Mas por que os classemedíocres odiadores dos mecioclassistas não aceitam tal fato?

Por isso:

Sean vai para os EUA. É um país horrível? Nada. Não é isso que se julga, mas sim aquela história de que são imperialistas blablabla. Mas houve recentemente um caso parecido, no qual outro “menino” (ridículo isso de falar ‘menino’, né?) voltou para seu país. E os que hoje xingam, quem se lembra?, naquela ocasião aplaudiram. Urraram. Foi o próprio Bill Clinton quem liberou o petiz para voltar para a maravilhosa e afortunada terra de onde saiu a nado.

Qual? Ora…

Desnecessário dizer, portanto, que se o pai de Sean fosse de lá, receberia apoio automático de boa parte dos que agora o xingam. Aliás, por que cargas d’água o pai é um “vilão”? Qual a má-fé em querer morar com o filho por cuja guarda vem lutando há anos na justiça?

Coisas da classe média que odeia a classe média.

December 22, 2009

O NATAL E O ATEU DE FIM-DE-SEMANA

O socialista brasileiro não gosta de trabalhar. O ateu de fim-de-semana curte um natal. Todos são da classe média e odeiam a classe média. Mas vamos falar sobre o espírito natalino e o quanto é repudiado, usando os motivos de sempre (os deles): capitalismo, consumo, falsidade (como no carnaval, dizem que o povo finge mentiras etc.) e assim por diante.

Então, eles odeiam o natal, certo? Errado.

Compram presente para todo mundo - fingindo que é uma obrigação, pois não dá para fugir disso, “sabe como é…” etc. etc. etc. E te mais: SE NÃO GANHAM PRESENTE ALGUM, FICAM PUTOS DA VIDA.

São ateus, mas com presente de natal não se brinca!

O resto é bebedeira. A revolução, como sempre, fica pro dia seguinte. Ou pro outro, porque a ressaca é braba.

December 7, 2009   1 note

ESCOLARIDADE, ORGULHO E PRECONCEITO

A classe média que odeia a classe média não aceita que se discuta a escolaridade de Lula. Ou melhor: a falta dela. Corrigindo: sua quase inexistência. Alegam que se trata de “preconceito”, quando na verdade não é nada disso. Preconceito é dizer que uma pessoa não teria capacidade de exercer uma tarefa por conta da cor de sua pele. Mas discutir a capacidade em razão do preparo escolar não é algo preconceituoso, mas sim a adoção de um critério objetivo - que pode ou não ser correto.

Eles são contra, assim como são contra a classe média (ainda que façam parte dela). Desse modo, assinam longos ensaios provando por “A + B” as virtudes do operário sem estudo, quase como se aplicassem à política o raciocínio do “bom selvagem”, de Rousseau. Mas não chegam a tanto. Apenas dizem algo como “o cabra é bão”, mesmo.

O melhor, sem dúvida, fica por conta da assinatura. Ao fim dos artigos, fazem questão de incluir suas titulações, não importa se são conseguidas na puxação se saco, camaradagem ou mesmo por meio de teses e/ou dissertações pra lá de risíveis.

Em síntese, fica algo assim: “é possível presidir a república sem qualquer título universitário, e quem diz isso sou eu, pois não escreveria este artigo se não fosse professor doutor e livre-docente”.

Para eles, é mais importante ter formação acadêmica para escrever num blog ou debater num boteco. O país? Ah, ele que se foda.

Coisas da classe média que odeia a classe média.

December 6, 2009   1 note

MANADA

A classe média que odeia a classe média costuma fazer uma observação importante: as pessoas têm comportamento de manada. Basicamente, ocorre o seguinte: sem qualquer critério ou análise mais detida, seguem uma onda, um modismo, uma coisa qualquer. Pode ser desde uma religião até uma gíria de telenovela. Isso irrita demais os odiadores da classe média, e faz com que a raiva se acentue.

Eles, os que odeiam, não são assim.

Subscrevem abaixo-assinados sem conhecer profundamente as causas; soltam gritos de guerra sem qualquer análise do caso; aderem a manifestos por ‘osmose partidária’; criam grupos conforme orientação dos caciques das legendas que apóiam; republicam em blogs e demais espaços textos cujos teores não passam por qualquer questionamento.

Mas a manada, sem dúvida alguma, é a classe média lobotomizada pelos sistema capitalista. Os odiadores, politizados, escapam disso porque sabem questionar.

Muuuuuuuuuuuuuu!

December 3, 2009

ROBERTO CARLOS: MODO DE USAR

A classe média que odeia a classe média também odeia Roberto Carlos. A classe média que odeia a classe média também AMA Roberto Carlos. Mas é preciso entender o negócio. O Roberto Carlos amado nunca é o Roberto Carlos contemporâneo.

Na época da Jovem Guarda, não gostavam e fim de papo. Depois, quando mudou seu repertório para as músicas românticas, diziam que bom mesmo era quando fazia algo mais jovem. Daí, nos anos 80s, passaram a elogiar alguma coisa da produção setentista, mas nunca nada daquela década. E assim foi de 1991 a 2000.

O que fazem hoje? A mesma bosta.

Roberto Carlos bom é Roberto Carlos antigo. Mas isso é bobagem. Porque gostar de Roberto Carlos está no sangue ou, por outra, no DNA da classe média. E seus odiadores não conseguem ficar sem isso. A saída, portanto, é apelar para essa mistura de memória afetiva e resgate cultural.

Qual nada. Paixão de macaca de auditório. Classe média em estado bruto. Do “Calhambeque” à “Mulher Pequena”. Gostam de tudo.

December 3, 2009

APOIO À CULTURA DE CU É ROLA

A classe média que odeia a classe média defende as leis de incentivo. E é contra a classe média capitalista que não aceita o uso do dinheiro dos impostos para fomentar obras cinematográficas, fonográficas e congêneres. Uma briga e tanto.

E esses odiadores, ao mesmo tempo, não compram CDs nem DVDs, mesmo nacionais. Baixam tudo da Internet, ilegalmente. E defendem a prática. Assim como fazem com a maconha, a cocaína e os tributos, não esperam mudar a lei: cometem a ilegalidade sem esperar mudança legal (sob a desculpa de que a legislação é “atrasada”).

Mas odeiam a classe média que não aceita dinheiro público jogado nas mãos de produtores culturais - mesmo quando essa mesma classe média compra direitinho seus CDs e DVDs.

O pior de tudo é que quando começa a guerra contra a pirataria, sobra pros pobres, que não têm mesmo dinheiro - nem computador com conexão rápida -, e passam rapa nos camelôs. A classe média que odeia classe média está sempre protegida com seus downloads ilegais.

Posam como rebeldes com avatares de pirata, com tapa olho e a coisa toda. São os revolucionários pau no cu, com dinheiro no bolso para comprar CD, e baixam de graça por pura safadeza.

Se apoiassem a cultura, pagariam. E não entrariam como “VIP” ou “imprensa” em tudo que é show, até em casa noturna de pequeno porte. São tudo bunda mole.

December 2, 2009   1 note

REDE RECORD

Televisão é coisa de classe média. E também, claro, da classe média que odeia classe média, porque - como já estamos cansados de dizer - essa turma faz parte da classe média. Mas a moda entre eles é odiar a Globo (embora, no fundo, a amem).

Assim, surge uma paixão meio estranha pela emissora do bispo Edir Macedo, a Rede Record. Não importa se tudo ali seja sustentado pelo dinheiro extorquido dos fiéis. O importante é fazer a globo perder a “guerra pela audiência”.

Cada nova contratação é comemorada com gritos, posts em blogs ou tweets. Nem que seja a do Raul Gazzola. Já torceram muito pelo SBT, mas não deu em nada. Agora é a vez da verba esfolada dos pobres coitados, crentes na salvação celestial - e, vale lembrar, a classe média que odeia classe média quase sempre se declara atéia, mas nessa hora nada precisa fazer sentido.

O mais impressionante: nenhum deles vê qualquer programa da TV Record. Na hora da novela das oito, é claro, estão ligados na Globo. O mesmo acontece no BBB. Porque são classe média, antes e acima de tudo.

O ódio é uma fachada boba e adolescente.

December 1, 2009

JORNALISTA ALTERNATIVO

Como já discutimos, jornalistas são o maior nicho de classe média a odiar a classe média. Desde as surras no colégio, seguindo para a perda das gostosas na faculdade, culminando para a época em que montam blogs e continuam como os eternos perdedores do mundo. Sempre odeiam, odeiam, odeiam.

Mas há algo pior: o jornalista alternativo, que se julga à margem de uma categoria já um bocado marginalizada. É mais ou menos como um “lixeiro do contra” ou um “mendigo que não se dá bem com o resto da categoria pedinte”. Claro que qualquer um, de fora, morre de rir. Mas eles se levam a sério - e isso só faz aumentar a graça da coisa.

A grande maioria, claro, passa anos e anos nos grandes veículos, xingando-os covardemente nos bares, depois de algumas doses. Quem faz isso? Ora, a classe média! Xingar o chefe é o esporte favorito de qualquer integrante da classe média. Nem juiz, em dia de clássico, ganha tantos palavrões. É esse, portanto, o “Jornalista Alternativo”. Desce o porrete na “grande mídia”, mas não tem colhão (eles escrevem “culhão”, com “u”) para pedir as contas.

Mas, é verdade, às vezes são demitidos. E aí repetem em blogs ou outros espaços aquilo que só se ouvia em botecos relativa e cuidadosamente sujos. Xingam a mídia má (que o sustentou por anos e da qual não se desligou por pura falta de hombridade). E xingam também a classe média que sustenta essa mesma mídia (e o sustentava durante todos esses anos).

A foto do início do texto serve para mostrar como eles se vêem, mas na verdade eles são como na imagem a seguir. E a moça bonita é aquela que vez por outra está por perto, ou para filar maconha ou simplesmente porque dá status estar por perto. Mas ele nunca vai comer. Assim como no colégio e na faculdade, ela prefere o bonitão ou o mais rico.

O Jornalista Alternativo não nasceu pra macho alfa. Daí talvez sua raiva mais furiosa, descontada um pouco no mundo, outro pouco na classe média, dando início ao alcoolismo disfarçado de “rebelde”, mas que no fundo é puramente melancólico.

São pessoas tristes. Mas o humor involuntário obviamente supera qualquer piedade. E caímos na gargalhada. Eles sabem disso e usam a arrogância como um escudo esquisito. Melhor assim.

November 30, 2009

A RELIGIÃO E O ÓDIO À CLASSE MÉDIA

Classe média que odeia classe média é invariavelmente católica. Sim, sabemos, eles se dizem “ateus”. Mas são católicos. No início, inventaram aquele negócio de “não praticante”. Agora, a moda é o ateísmo, mas aquele ateísmo de fim-de-semana, sem muito compromisso com a descrença - porque, no fim das contas, morrem de medo (e, quando apertados, confessam acreditar em coisas como astrologia ou até mesmo vida após a morte).

E são católicos.

Isso porque, apesar do ateísmo que arrotam nos botecos e do desprezo em meio às piadinhas, fazem questão de participar de todas as festas promovidas pela igreja, ou baseadas em suas tradições. De casamentos a quermesses, passando por batizados e toda sorte de efermérides ou feriados.

No bar, são ateus-trotskistas, odeiam a classe média. Mas trocam presentes no natal, o recém-nascido tem padrinho e madrinha e assim por diante. Porque, acima de tudo, são classe média. Está no sangue. E isso ninguém tira.

November 26, 2009

MOCHILA NA EUROPA

Classe média - que odeia classe média - faz isso como uma espécie de rito de passagem. Isso, claro, quando é de uma categoria mais abastada. Alguns, é verdade, no máximo enchem a cara na Ilha do Mel ou vão pra São Tomé das Letras fumar maconha e cantar as bobagens do Raul Seixas.

Depois da valorização do Real e consecutiva desvalorização da moeda argentina, também ficou fácil viajar para Buenos Aires - a “Porto Seguro da nossa década”. E assim a classe média que odeia a classe média finge que respira cultura, mas na verdade aproveita para visitar feirinhas e passar no freeshop para comprar bléquilêibôu (ou rédi, coitados).

Voltemos à Europa.

Nada mais classe média odiosa da classe média que o “passeio de mochila”, dormindo em pensões pulguentas e banheiros divididos com estranhos. Um péssimo negócio, é claro. Viagem ridícula, mal feita, aproveitada de forma patética. Nem com 18 anos vale a pena.

Porque bom mesmo é dormir em cama limpa de hotelzinho confortável, ter um banheiro para chamar de seu - mas APENAS seu -, fazer traslados sem dor de cabeça e conhecer lugares bacanas sem precisar dar cotovelada a três-por-quatro. Mas como quem faz isso costuma ser a classe média, o odiador dessa classe, ainda mirim, faz “diferente”.

A base disso é o catolicismo, a religião da classe média: impõe o sofrimento como forma de virtude.

No fundo, essa molecada rebelde age como os pais e os avós. Pensam que são revolucionários, mas unicamente perdem a chance de fazer uma viagem melhor. E são tipicamente de classe média. Mochila nas costas, pensãozinha suja, cerveja em copo de plástico, mas cartão VISA e telefone do papi pra qualquer eventualidade.

November 25, 2009   2 notes

UMA RAZÃO PARA DEFENDER A CLASSE MÉDIA

Tradição? Falta. Família? Foda-se. Propriedade? Obviamente, não, pois os ricos têm bem mais. Vamos aos arquétipos. O pai conservadorzinho e preconceituoso, malufista. Chato de galocha, no máximo companhia razoável para jogo de futebol (desde que torça para nosso time). A mãe, falsa religiosa, é agradável quando prepara macarronada. O rapaz - quando é nosso amigo - pode ser boa-praça, mas quase sempre tem idéias meio atrasadas.

Só coisa ruim, né? Não! AS GAROTAS, CARALHO!

Melhores peitos e bundas da paróquia, amigos. Disparadamente, os melhores boquetes de todo o planeta encontram-se na classe média. Vejam, por exemplo, o vídeo da Paris Hilton. Ela trepa com tal desfaçatez que mais parece um convite à impotência. As grã-finas, infelizmente, não sabem meter. Algumas são bonitas, mas incompetentes na arte fodelãntica.

E o mesmo vale para as militantes que renegam a classe média, embora dela façam parte. É tanta lavagem cerebral ideológica que fazem questão de errar o boquete, sentam de qualquer jeito e ainda são contra o sexo anal por razões políticas (!!!).

Não quero dizer aqui - longe de mim! - que garotas pobres sejam ruins de cama. Claro que não! Apenas sigo a máxima aristotélica da virtude do meio-termo, e sexualmente a classe média parece ter encontrado esse auge.

Atrizes pornôs são bom exemplo. Todos morremos de tesão por elas, e todas elas são de classe média. Há categorias específicas, inclusive, para representar a “garota normal” (em inglês “girl next door”). Sunny Lane (foto) figura numa dessas:

É isso, macarronada da sogra, futebol com o velho malufista… O que mais você quer da vida? A militante com sovaco peludo que não topa dar o cu e faz boquete raspando o dente? Falô, viu?

November 25, 2009   1 note

FEIJOADA LIGHT

É coisa de classe média que odeia classe média, verdadeira versão gastronômica do Forró Universitário. Se na festa musical não entra nordestino, na cuia da feijuca não entra pé ou orelha de porco. Aquela historinha de fazer de conta que é povão, mas sem muito povo por perto.

November 25, 2009   2 notes

TECNOLOGIA X TECNOLOGIA

Foram doutrinados a consumir, consumir, consumir. Uma máquina que ensina a comprar outras máquinas, poema ou mera filosofia? Tarde demais para a reflexão. Agora cabe aos odiadores da classe média romper, revolucionar, acabar de uma vez por todas com isso aí.

E aprenderam que essa é a saída num documentário de Michael Moore, comprado em DVD (disponível também em Blue Ray), visto no aparelho abaixo (no qual também jogam RockBand Beatles, vêem seriados super bacanas e até conectam internê!):

Ufa! Todos conseguiram a salvação do consumismo pernóstico de tempos idos. A tecnologia liberta.

November 25, 2009

BATER, BATER, BATER

A classe média odiada merece uma dose desse ódio, sim. Afinal, os machões dizem que são isso e aquilo, mas gostam mesmo é de um tabefe. Vejam a foto acima. Não se trata de alegoria, é fato corriqueiro: em público, narrativas épicas; no quarto, pede tabefes e daí pra baixo.

Mas ele não é o único a se contradizer.

O sexo é feito dessas armadilhas. Vejam as feministas. Longe dos gritos e das frases feitas, distante das passeatas e das reuniões, protegida pela intimidade e entregue ao desejo, ocorre algo parecido com a foto a seguir:

Ela está gritando, e visivelmente incomodada. O que ela diz?

- Bate que nem homem, filho da puta! E depois me come feito uma vadia!

As classes médias se odeiam, mas no sexo são complementares.